O que pensamos
A clínica tem um problema que nem o médico individual nem o hospital têm: precisa vender a marca E cada profissional dentro dela ao mesmo tempo. Paciente que procura “ginecologista perto de mim” decide primeiro pela clínica — pelo endereço, pelo convênio, pela facilidade de agenda — e só depois escolhe (ou aceita) qual profissional vai atender. Site e anúncio que falam só da marca, sem mostrar quem atende, perdem essa decisão; site que vira uma lista de currículos sem organização por especialidade perde a outra.
Isso muda a estrutura do site inteiro. Uma página por especialidade (quando a clínica tem mais de uma) ou uma página por profissional (quando a clínica é uma especialidade só, com equipe) — nunca as duas coisas misturadas numa lista genérica de “nossa equipe”. É essa organização que faz o Google e as inteligências artificiais entenderem quem atende o quê, e é a mesma organização que faz o paciente encontrar rápido o que procura.
Tem ainda a agenda: clínica com mais de um profissional tem mais de uma agenda pra encher, e elas não enchem no mesmo ritmo — a especialidade mais nova da casa ou o profissional recém-chegado começam do zero enquanto os outros já têm fila. Tratar a clínica inteira como um bloco único esconde esse descompasso; o anúncio e o conteúdo certos sabem apontar verba pra quem precisa, sem descuidar de quem já está cheio.
E existe a mesma régua de sempre: publicidade de clínica é publicidade médica, então segue o Manual de Publicidade Médica do CFM inteiro — nenhum profissional citado pode ter promessa de resultado ou antes-e-depois, mesmo dentro do site institucional da marca.
Como fazemos
Uma página por especialidade ou por profissional
Nunca as duas misturadas numa lista só — a organização certa depende de a clínica ter uma especialidade com equipe ou várias especialidades sob o mesmo teto.
Agenda por profissional, não só por clínica
Cada profissional tem seu próprio ritmo de ocupação; o anúncio e o conteúdo apontam verba pra quem precisa encher agenda, sem abandonar quem já está cheio.
Um perfil no Google por unidade
Clínica com mais de um endereço precisa de um perfil por unidade, com categoria, horário e avaliação em ordem — é o que resolve boa parte da busca antes do site.
Convênio e recepção visíveis
Convênio aceito, forma de agendamento e telefone da recepção aparecem sem o paciente precisar procurar — são as perguntas mais comuns antes de marcar.
Cada profissional com a própria voz
Presença de cada médico soma à marca da clínica sem se apagar nela — currículo, especialidade e conteúdo próprio dentro da mesma identidade visual.
Compliance do CFM na marca inteira
Nenhuma peça da clínica promete resultado ou usa antes-e-depois, mesmo quando fala da equipe como conjunto, não de um profissional específico.
A clínica com vários profissionais e vários calendários organiza tudo dentro do RizzoOS: planejamento por especialidade, aprovação pelo WhatsApp e relatório mensal separado por profissional e por unidade — sem depender de planilha paralela pra saber quem está com agenda vazia.
Quando NÃO é a hora de investir em captação
Se a maioria dos profissionais da clínica já está com a agenda cheia, o problema não é falta de marketing — é falta de mais gente atendendo. Apontamos isso antes de vender campanha pra quem não tem quem receba o paciente novo.
E se a clínica está decidindo entre contratar um profissional novo e investir em divulgação, geralmente a ordem certa é contratar primeiro: divulgar uma vaga vazia é gastar verba pra decepcionar quem chegou.
Perguntas que sempre chegam
O site precisa ter uma página pra cada profissional da clínica?
Depende do formato da clínica. Se ela é uma especialidade só com vários profissionais, sim — cada um com sua página. Se ela reúne várias especialidades, a organização principal costuma ser por especialidade, com o profissional aparecendo dentro dela. Decidimos isso olhando como o seu paciente busca, não por padrão fixo.
Como dividir a verba de anúncio entre os profissionais da clínica?
Pela agenda de cada um, não em partes iguais. Profissional novo ou com agenda mais vazia recebe mais verba de captação; quem já está com fila cheia recebe menos ou nenhuma — investir em quem não tem onde encaixar paciente novo é desperdício.
Clínica pequena, com dois ou três profissionais, também compensa?
Compensa, e costuma custar menos por resultado do que se cada profissional contratasse separado: o site, o perfil no Google e boa parte do conteúdo são compartilhados pela marca da clínica, e só o que é específico de cada um se separa.
Como fica a aprovação quando são vários profissionais decidindo?
Definimos um responsável pela aprovação — em geral quem administra a clínica — e cada profissional recebe só o que é dele pra revisar, pelo WhatsApp. Ninguém precisa aprovar o conteúdo dos colegas.
A clínica pode citar os profissionais por nome no site e no anúncio?
Pode e ajuda — nome e especialidade constroem confiança. O que não pode, pra nenhum profissional citado, é promessa de resultado, antes-e-depois ou uso do número de pacientes como propaganda — a mesma regra do CFM vale pra cada nome na página.
Vocês já atenderam clínicas com mais de um profissional?
Sim, desde 2012 — hoje isso inclui, entre outras, a Clínica de Veias, a Mulier, a Pelvi e o CDUS, cada uma organizada do jeito que a própria especialidade pede.
