O que pensamos
A maioria dos médicos escolhe agência do jeito que escolhe qualquer fornecedor: por indicação, por preço ou pela peça mais bonita do portfólio. Nenhum desses três critérios diz se o trabalho vai continuar bom depois do terceiro mês — e é aí que a maior parte dos contratos de marketing médico desanda.
Os critérios abaixo servem pra qualquer agência que você for avaliar, não só pra esta. Aplique a régua inteira antes de assinar qualquer coisa.
Como fazemos
Prova com nome real
Peça pra ver casos de verdade, com nome do cliente e especialidade — prova social anônima (“uma clínica de oftalmologia”, sem dizer qual) é propaganda, não caso: nome real é o que você consegue conferir.
CFM sem que você precise pedir
Promessa de resultado e antes-e-depois derrubam anúncio e colocam o seu registro em risco — quem entende de marketing médico já escreve dentro do Manual de Publicidade Médica, sem que você precise avisar.
Método explicado, não só a peça pronta
Peça pra quem sabe o que está fazendo te dizer o porquê de cada decisão — não só entregar o resultado visual e esperar aprovação.
Relatório seu, todo mês, sem você pedir
Número que você só vê quando pergunta é número que a agência preferia que você não visse — o relatório tem que chegar sozinho, todo mês.
É por essa régua que o RizzoOS existe: o planejamento, a aprovação pelo WhatsApp e o relatório do mês ficam abertos no seu celular, sem precisar pedir — o método e o número, os dois visíveis o tempo todo.
Quando NÃO contratar (nem esta)
Se a agência que você está avaliando — esta incluída — não te disser quando NÃO é a hora certa de investir, desconfie: agência que só sabe dizer sim não está do seu lado, está do lado do próprio contrato.
E se a proposta chega sem explicar de onde saiu o preço, ou pede decisão na hora da reunião, pare: proposta séria pode esperar você comparar com outra.
Perguntas que sempre chegam
Preciso comparar mais de uma agência antes de decidir?
Vale a pena, sim — mesmo que você já tenha uma favorita. Comparar pela régua acima (prova, CFM, método, relatório) é rápido e evita descobrir uma falha só depois de assinar.
O que perguntar numa primeira conversa com uma agência?
Peça pra ver um caso de verdade, com nome; pergunte como funciona a aprovação de peça; e pergunte quando você vai receber o primeiro relatório. As respostas dizem mais que qualquer portfólio.
Contrato longo é sinal de agência ruim?
Não necessariamente — marketing médico é construção, não campanha de um mês. O sinal de alerta não é o prazo, é a ausência de relatório e de explicação durante ele.
Essa régua vale só pra marketing médico, ou pra qualquer agência?
Os três primeiros critérios são gerais, mas o do CFM é específico de saúde: publicidade médica tem regra própria, e agência sem vivência nisso aprende à sua custa — com o seu registro em jogo.