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O que muda no marketing para Medicina da Dor
Dor crônica na coluna, neuropatia, fibromialgia, dor após cirurgia: o paciente costuma buscar pelo sintoma e pelo nome de outras especialidades, porque não sabe que existe um médico dedicado a isso. Explicar o que a medicina da dor faz — e o que ela não promete — é, ao mesmo tempo, o conteúdo que atrai e o que qualifica quem chega.
É uma jornada de meses, às vezes de anos, e a decisão de tentar mais um tratamento é emocional. Nada de promessa de fim da dor, nada de depoimento montado: o que funciona é descrever com honestidade o que cada procedimento pode aliviar, como é feito e o que se espera de melhora — inclusive quando a resposta é parcial.
Encaminhamento de colegas — ortopedista, neurologista, reumatologista — sustenta boa parte da agenda. Comunicar-se com esses médicos, com material claro sobre o que a clínica faz, costuma render mais do que campanha ampla.
O trabalho, do jeito que o cliente recebeu
Composição pronta — site, impresso, material educativo e identidade de consultórios e clínicas de medicina da dor. Clique pra ver a peça inteira.


O acervo inteiro, com todas as especialidades lado a lado, está na parede de clientes.
Quem já passou por aqui
A carteira da agência na área de Medicina da Dor. Nem todo nome segue em contrato hoje — é o histórico do trabalho, não a lista do mês.
Medicina da Dor
- Dra. Ana Cristina MedanhaAraguaína/TO
- Dr. Hélio MotaSalvador/BA
O que a gente toca — o site, as peças, o anúncio e o relatório do mês — vive dentro do RizzoOS: você aprova pelo WhatsApp e enxerga, mídia por mídia, o que de fato trouxe paciente.
O que pensamos de cada mídia
Nenhuma mídia resolve sozinha, e a mistura muda com a especialidade e o momento do consultório. O que pensamos de cada uma está escrito: Site & SEO, Google Ads, Meta Ads, Redes Sociais, Vídeo e TV Corporativa.