Marketing de clínica raramente morre de falta de ideia
Ele morre no meio do caminho: o post que ficou esperando aprovação num grupo de WhatsApp, o anúncio que consumiu a verba num fim de semana sem ninguém olhar, o relatório que chega em PDF semanas depois e não é aberto.
Foi por isso que a agência parou de emendar ferramenta de terceiro e construiu a própria. O RizzoOS não é um mural de tarefas: é onde a peça nasce, é aprovada, vai ao ar no horário combinado, vira anúncio e volta como número — com a verificação de CFM feita no caminho, não depois que já era. E ele não é vitrine: é a mesma ferramenta que a agência usa todo dia pra tocar a própria operação.

Se você já disse alguma destas frases
Nenhuma delas é hipótese: são falas de médico que já trocou de agência. Do lado de cada uma, o que o RizzoOS faz a respeito — nada de promessa, só o comportamento do sistema.
Some, atrasa, e você fica sem saber
O que mais desgasta não é o resultado — é não saber em que pé está.
- “Minha agência atrasa.”
O ano inteiro já está combinado no calendário, peça por peça, com data e horário. Na hora marcada, quem publica é o sistema. E se por algum motivo passar da hora, ele reagenda em vez de postar fora de hora — publicar é público e não tem volta. - “Minha agência some.”
Você não depende de alguém responder pra saber onde está o seu marketing: abre o aplicativo e vê o que já foi ao ar, o que vem esta semana e o que está parado esperando você. - “Minha agência some no fim de semana.”
Sábado, domingo e feriado a fila publica igual e o alerta de verba dispara igual. E quando precisa ser gente, o Mateus Rizzo recebe pelo WhatsApp e encaminha. - “Não tem ninguém pra me atender e me lembrar das coisas.”
Toda semana chega uma sugestão do que vale publicar, cruzando o calendário do ano, as datas da sua profissão e os números do mês. Você aceita, muda ou ignora. - “Minha agência não tem alerta nenhum.”
Verba acabando, queda de desempenho, peça travada esperando aprovação: o aviso sai antes, não no relatório do mês seguinte.
Aprovar virou trabalho — e trabalho seu
Quem atende paciente o dia inteiro não tem meia hora pra caçar anexo em e-mail.
- “A peça chega por e-mail e aprovar é um sofrimento.”
No celular: desliza pra aprovar e, quando algo precisa mudar, você desenha o ajuste em cima da própria arte. Sem anexo, sem “versão final 3”. - “Minha agência me manda cronograma em Excel.”
O calendário do ano é uma tela, não uma planilha — e é a mesma tela onde você aprova. - “Minha agência pede pra eu mandar tudo por e-mail. É uma burocracia.”
O começo é um paste: o sistema varre o material que a clínica já tem, reconhece a marca e monta o plano do ano a partir dali. - “Não existe um diretório com o que já foi feito pra mim.”
Tudo o que foi produzido fica em “Meus materiais”, organizado e pronto pra baixar quando você precisar — inclusive depois. - “Minha agência não tem teleprompter.”
Tem. Você grava o vídeo por um link, lendo o texto na tela, sem instalar nada e sem login. - “Ninguém sabe dizer quem aprovou aquilo.”
Quem aprovou o quê, e quando, fica registrado. Não depende da memória de ninguém, nem da busca no histórico do grupo.
O dinheiro do anúncio é seu — e tem que estar à vista
Anúncio de clínica mexe com dinheiro e com dado de paciente. As duas coisas pedem cuidado de banco, não de planilha.
- “Minha agência não me mostra os gastos.”
Saldo e gasto aparecem ao vivo na tela, campanha por campanha — não uma vez por mês, num slide. - “Não recebo nota fiscal do que foi investido no Google.”
A verba não passa pela agência: o pagamento sai de você direto pro Google. Boleto e nota ficam no portal, no seu nome. - “Demora demais pra ligar e desligar a especialidade da campanha.”
A vitrine de campanhas fica no seu acesso: você liga, pausa e acompanha o gasto de cada uma. - “Minha agência só me traz boa notícia.”
O painel é um semáforo, e ele tem vermelho. Queda e verba acabando viram aviso antecipado, não assunto do mês seguinte. - “O relatório chega em PDF, semanas depois.”
Os números são lidos direto da fonte, por integração, com um resumo escrito em cima deles pra dizer o que aconteceu no mês. - “Minha agência quer a senha das minhas contas.”
A conexão é por autorização, e o segredo fica no servidor — não num navegador, não numa planilha, não no computador de ninguém. As contas continuam suas.
A sua marca e o seu corpo clínico não são banco de imagem
Peça bonita que não parece sua não serve. E rosto de médico não se substitui por conveniência.
- “Minha agência troca as fotos do meu corpo clínico.”
Cada profissional tem ficha própria — nome, especialidade, registro e as fotos dele. Quando o tema é da especialidade dele, é ele que entra na peça. - “Minha agência usa foto de IA, e eu já disse que não gosto de IA.”
O consentimento de IA é por médico, e é trava, não aviso: sem o seu aceite, a peça não é gerada com IA. - “Minha agência já trocou publicação de cliente.”
A peça nasce presa ao cadastro da sua clínica. Antes de entrar na fila, o sistema confere a conta conectada e o texto — se o perfil não é o seu, ou se a legenda cita outra clínica, ele avisa antes de sair. - “Escrevem coisa que o CFM não permite.”
Toda legenda passa por verificação antes de ir ao ar: promessa de resultado, comparação de antes-e-depois e preço de procedimento não passam. Responsável técnico e aviso legal saem em todo molde. - “Minha agência não registra as não conformidades.”
Registra, no formato de quem conviveu com hospital: existe uma última revisão antes de publicar e, quando ela pega um erro, a peça volta pra refação e o erro vira registro com ação imediata e ação preventiva.
O que fica de fora quando a agência só olha o anúncio
A clínica não é só a campanha. É o site, a recepção, o mapa e o que respondem por você.
- “Cuidam de Google Ads e de Meta, mas não mexem no meu site.”
Todo mês tem manutenção de cada canal — inclusive o site, com Google Analytics, Search Console e Google Meu Negócio — e ela chega pra você aprovar como se fosse um post. - “Minha agência publica só no Instagram.”
A mesma peça aprovada vai pro Instagram (feed, story, reels e carrossel), pro Facebook, pro YouTube, pro TikTok, pro LinkedIn, pro Google Meu Negócio, pro WordPress e pro site da nova geração. - “A TV da recepção passa o mesmo vídeo há dois anos.”
A tela da recepção vira canal por um link: peça das redes, vídeo, clima, câmbio, trânsito e notícia da região, na vertical e na horizontal — com prova do que ficou no ar, quando e por quanto tempo. Fila e chamada de senha na mesma tela. - “Comentário e avaliação ficam sem resposta.”
Comentários e avaliações caem num lugar só, com a resposta já rascunhada na sua voz pra você aprovar ou reescrever.
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O RizzoOS não se contrata sozinho
Ele não é um sistema que você assina e opera por conta. Existe dentro do trabalho da agência: quem toca o dia a dia é o time, e você entra pra decidir, aprovar e acompanhar — no seu tempo, do celular.
Se o que você procura é uma ferramenta pra sua equipe interna tocar o marketing sozinha, não é o nosso caso — e a gente prefere dizer isso agora, não depois de seis meses.
E nenhuma tela substitui o trabalho: a plataforma organiza, publica e mede. Quem constrói autoridade é a constância do que você tem a dizer, mês após mês.