Um médico, dois jeitos de ser encontrado
Quem procura um especialista hoje passa por duas portas. A primeira é a de sempre: digitar no Google e escolher entre os primeiros resultados. A segunda é nova e cresce todo mês: perguntar a uma inteligência artificial “qual o melhor especialista em…?” e confiar na resposta que ela montar. As duas portas leem a mesma coisa — site rápido, dados organizados por especialidade e cidade, conteúdo verdadeiro publicado com constância — e é por isso que tratamos marketing médico como estrutura, não como campanha avulsa.
Nenhuma mídia sozinha entrega isso. Site e SEO fazem você ser encontrado; Google Ads acelera quem já decidiu procurar; Meta Ads planta a ideia em quem ainda nem sabia que precisava; redes sociais e vídeo constroem a confiança que faz o paciente escolher você antes mesmo da primeira consulta; TV corporativa aproveita quem já está na sua sala de espera. O que vem abaixo é a nossa posição sobre cada uma dessas frentes — o que funciona, o que não funciona, e quando ela não é a prioridade.
Por mídia e por recorte
Escolha uma frente para ler a posição inteira — o que fazemos, como fazemos e quando não é a hora:
Site & SEO
O site voltou a ser o centro. Agora ele responde ao Google — e às IAs.
ler a nossa visão →Google Ads
Anúncio não conserta base ruim. Com estrutura boa, o clique fica barato.
ler a nossa visão →Meta Ads
O desejo se planta antes da busca. Aqui é onde ele germina.
ler a nossa visão →Redes Sociais
Autoridade se constrói em série, com constância — não em post solto.
ler a nossa visão →Vídeo
Quem explica bem atende paciente que já chega confiando.
ler a nossa visão →TV Corporativa
Sua sala de espera é mídia própria. A mais desperdiçada do consultório.
ler a nossa visão →Rede hospitalar
Hospital não é clínica grande. Cada linha de serviço disputa um mercado próprio.
ler a nossa visão →Clínicas e consultórios
Clínica não é consultório de um médico só. É recepção, equipe e agenda para organizar.
ler a nossa visão →Perguntas frequentes sobre marketing médico
O que é marketing médico, na prática?
É o conjunto de decisões que fazem um médico ou uma clínica serem encontrados por quem já procura, e lembrados por quem ainda não precisa: site rápido e estruturado, anúncio com intenção real, conteúdo que responde dúvida de paciente — tudo escrito dentro das regras do CFM. Nesta página, o que pensamos sobre cada parte disso.
Quanto custa contratar uma agência de marketing médico?
Varia por especialidade, cidade e pelo que já existe pronto — um site que precisa nascer custa diferente de um que só precisa de conteúdo. Não colocamos tabela aqui porque tabela genérica erra pra mais ou pra menos; calculamos o valor depois de entender o seu caso, numa conversa.
Publicidade médica pode ser feita dentro das regras do CFM?
Pode, e esse é o ponto de partida de tudo o que fazemos: sem promessa de resultado, sem antes-e-depois, sem preço de procedimento em anúncio. Quem domina essas regras anuncia com tranquilidade enquanto o concorrente tem peça reprovada.
Por onde começar: site, anúncio ou redes sociais?
Quase sempre pelo site — é a base que faz o restante custar menos e durar mais. Anúncio em cima de site lento é dinheiro vazando; conteúdo sem página que sustente a busca perde tráfego que já foi conquistado. A ordem certa para o seu caso a gente define na conversa, olhando o que já existe.
O trabalho muda entre um médico individual, uma clínica e uma rede hospitalar?
Muda bastante. Médico individual compete em nome próprio; clínica soma equipe e recepção sob uma marca só; rede hospitalar tem uma linha de serviço disputando um mercado por vez. O método é o mesmo — busca, estrutura, constância —, mas a unidade de trabalho muda, e por isso escrevemos separado sobre cada recorte.
