O que pensamos
Nenhum formato constrói confiança em escala como o médico explicando em vídeo. É a sua didática, o seu tom e a sua seriedade trabalhando 24 horas — no Instagram, no YouTube, no site, na sala de espera. E confiança é exatamente o que o paciente compra em saúde.
O que trava a maioria dos médicos não é câmera: é fricção. Não saber o que falar, não ter processo, não ter quem edite. Nosso trabalho é remover a fricção inteira — você entra com 20 minutos e a sua fala; o resto é sistema.
Como fazemos
Roteiro do que pacientes perguntam
A pauta sai das dúvidas reais da sua especialidade — cada vídeo responde uma pergunta que já está sendo feita.
Gravação sem fricção
Orientação de gravação simples (o celular resolve) com teleprompter — você lê, a gente lapida. Vinte minutos rendem semanas de conteúdo.
Edição com identidade
Corte, legenda e arte na SUA linha visual — não no template da moda que todo mundo usa.
Distribuição multi-formato
Um bom vídeo vira reels, short, story, post no site e conteúdo pra TV da clínica. Grava uma vez, colhe em cinco lugares.
Roteiro e teleprompter ficam no RizzoOS — você grava direto pelo celular, e a peça editada volta pra sua aprovação no mesmo lugar. Sem grupo de WhatsApp perdido, sem arquivo solto.
Quando NÃO investir em vídeo
Se você não vai gravar — nem 20 minutos por mês — não contrate: vídeo médico sem o médico não constrói autoridade médica. E avatar de IA falando por você a gente não faz: em saúde, isso quebra exatamente a confiança que o vídeo existe pra criar.
Melhor começar por outra mídia e voltar ao vídeo quando a agenda (ou a vontade) permitir — sem culpa.
Perguntas que sempre chegam
Tenho vergonha de câmera. Tem jeito?
Tem — roteiro pronto e teleprompter resolvem 90% do medo, e os primeiros vídeos ninguém precisa ver. A soltura vem com o terceiro, a gente acompanha isso toda semana.
Precisa de estúdio e equipamento?
Não. Celular atual, luz de janela e um ambiente organizado entregam qualidade de sobra pra redes — e a edição eleva o resultado.
Vídeo de médico pode no CFM?
Pode e é bem-vindo, no formato educativo: explicar doenças, tratamentos e prevenção. O que não pode é promessa de resultado e sensacionalismo — nossos roteiros já nascem dentro da regra.
Quantos vídeos por mês?
Uma gravação mensal de 20–30 minutos costuma render de 4 a 8 peças, dependendo da pauta. O ritmo certo se define no seu planejamento.
