O que muda em Brasília
Brasília não é uma cidade só. O paciente que procura um especialista pode estar na Asa Sul, em Águas Claras, em Taguatinga ou em Sobradinho — e ele pesquisa com o nome da região onde consegue ser atendido, não com o nome do Distrito Federal. Quem escreve e anuncia como se o DF fosse um ponto único no mapa perde consulta para quem entendeu que a decisão do paciente é, antes de tudo, uma decisão de deslocamento.
Some a isso o entorno goiano: Valparaíso, Novo Gama, Luziânia, Águas Lindas. É gente que atravessa a divisa para operar ou fazer exame em Brasília, e que busca de um jeito próprio — cidade de origem junto do procedimento. Ignorar essa demanda é deixar agenda na mesa; perseguir sem estrutura é gastar verba com quem não vai conseguir vir. As duas coisas se resolvem com informação clara sobre onde você atende e como se chega até lá.
E existe uma segunda porta, nova: as inteligências artificiais. Cada vez mais paciente pergunta ao ChatGPT ou ao Gemini quem procurar em Brasília para um problema específico. A resposta é montada com o que essas máquinas conseguem ler — site rápido, dados organizados por especialidade, unidade e procedimento, conteúdo verdadeiro publicado com constância. Numa praça cheia de clínica com estrutura física excelente e site fraco, é exatamente aí que a diferença aparece.
Como trabalhamos aqui
Buscar por região, não por “DF”
Asa Norte, Asa Sul, Sudoeste, Águas Claras, Taguatinga, Sobradinho: o site e a campanha falam a língua de quem procura onde consegue chegar, com o nome da região que a pessoa digita.
O entorno goiano no mapa da verba
Quem cruza a divisa para se tratar em Brasília é demanda real e se comporta diferente. Campanha e conteúdo tratam essa origem à parte, em vez de diluí-la no meio do DF.
Um perfil no Google por unidade
Clínica ou rede com mais de um endereço precisa de um perfil por unidade, com categoria, horário e avaliação em ordem. Em Brasília o mapa resolve muita consulta antes de a pessoa abrir o site.
Site que carrega e responde convênio
Uma página por especialidade, procedimento e unidade, com convênio e localização visíveis, carregando em milissegundos. A base que faz o Google entender você é a mesma que barateia o seu anúncio.
Anúncio escrito dentro do CFM
Texto dentro do Manual de Publicidade Médica: sem promessa de resultado, sem antes-e-depois, sem sensacionalismo. É o que mantém a campanha no ar enquanto a do concorrente é reprovada.
Constância e medição em rotina
Publicação e leitura de números todo mês, com relatório na sua mão. O que traz consulta, escala; o que não mexe na agenda, sai.
Médicos, clínicas e hospitais de Brasília que construíram presença com a gente
Nomes reais, com o endereço do trabalho quando ele está no ar. É a régua que usamos pra falar de qualquer praça: se não houver caso pra mostrar, não há página.
Urologia e andrologia
- Dr. Homero Ribeiro
- UROS
- Dr. Rodrigo Villalva
- Dra. Rhaiana Gondim
Cirurgia vascular e angiologia
- Dr. Antonio Carlos de Souza
- Clínica AngioMedi
- Clínica de Veias
- Dr. Bruno Lorenção
- Dr. Davi Heckmann
Oftalmologia
- Hospital de Olhos de Sobradinho
- Hospital de Olhos do DF
- Oculare
Cirurgia plástica
- Hospital Daher
- Dra. Marcela Cammarota
Ginecologia
- Dra. Maria Eduarda Amaral
- Dr. Pedro Rosa
Reprodução humana
- Bonvena
- Dr. Carlos Portocarrero
Cardiologia
- CBCOR
- MaxiCor
Cirurgia oncológica
Neurologia e dor
- Dra. Verônica Beloni
Otorrinolaringologia
- Clínica Inspire
Pediatria e vacinação
- Imunocentro
Todo cliente da agência acompanha o próprio marketing dentro do RizzoOS: o planejamento do ano, as peças esperando aprovação pelo WhatsApp e o relatório do mês — busca, mapa e anúncio no mesmo lugar. Em Brasília isso quer dizer enxergar de qual região do DF e de qual cidade do entorno vieram as consultas, e qual unidade recebeu cada uma.
Quando NÃO é com a gente
Se a sua agenda em Brasília já vive lotada, com semanas de espera, gerar mais demanda só piora a experiência de quem já não consegue horário. Nesse cenário o investimento rende mais em estrutura, equipe e retenção do que em anúncio — e a gente te diz isso antes de você assinar.
E se a ideia é comprar a primeira posição orgânica em “urologista Brasília” com verba de anúncio, não é assim que funciona: anúncio compra clique, não compra posição na busca. São duas contas diferentes, e a gente separa as duas na primeira conversa para você não pagar por uma esperando a outra.
O que pensamos de cada mídia
Nenhuma mídia resolve sozinha, e a mistura muda de acordo com a especialidade e o momento da clínica. O que pensamos de cada uma está escrito: site e SEO, Google Ads, Meta Ads, redes sociais, vídeo e TV corporativa.
