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Marketing médico · BrasíliaDF · desde 2012

Marketing médico
em Brasília.
Aqui, região é tudo.

Asa Sul, Águas Claras, Taguatinga, Sobradinho — e o entorno goiano atravessando a divisa todo dia. Em Brasília o paciente não procura “no DF”: procura onde ele consegue chegar. Quem entende isso aparece na hora da decisão.

O que muda em Brasília

Brasília não é uma cidade só. O paciente que procura um especialista pode estar na Asa Sul, em Águas Claras, em Taguatinga ou em Sobradinho — e ele pesquisa com o nome da região onde consegue ser atendido, não com o nome do Distrito Federal. Quem escreve e anuncia como se o DF fosse um ponto único no mapa perde consulta para quem entendeu que a decisão do paciente é, antes de tudo, uma decisão de deslocamento.

Some a isso o entorno goiano: Valparaíso, Novo Gama, Luziânia, Águas Lindas. É gente que atravessa a divisa para operar ou fazer exame em Brasília, e que busca de um jeito próprio — cidade de origem junto do procedimento. Ignorar essa demanda é deixar agenda na mesa; perseguir sem estrutura é gastar verba com quem não vai conseguir vir. As duas coisas se resolvem com informação clara sobre onde você atende e como se chega até lá.

E existe uma segunda porta, nova: as inteligências artificiais. Cada vez mais paciente pergunta ao ChatGPT ou ao Gemini quem procurar em Brasília para um problema específico. A resposta é montada com o que essas máquinas conseguem ler — site rápido, dados organizados por especialidade, unidade e procedimento, conteúdo verdadeiro publicado com constância. Numa praça cheia de clínica com estrutura física excelente e site fraco, é exatamente aí que a diferença aparece.

Como trabalhamos aqui

01

Buscar por região, não por “DF”

Asa Norte, Asa Sul, Sudoeste, Águas Claras, Taguatinga, Sobradinho: o site e a campanha falam a língua de quem procura onde consegue chegar, com o nome da região que a pessoa digita.

02

O entorno goiano no mapa da verba

Quem cruza a divisa para se tratar em Brasília é demanda real e se comporta diferente. Campanha e conteúdo tratam essa origem à parte, em vez de diluí-la no meio do DF.

03

Um perfil no Google por unidade

Clínica ou rede com mais de um endereço precisa de um perfil por unidade, com categoria, horário e avaliação em ordem. Em Brasília o mapa resolve muita consulta antes de a pessoa abrir o site.

04

Site que carrega e responde convênio

Uma página por especialidade, procedimento e unidade, com convênio e localização visíveis, carregando em milissegundos. A base que faz o Google entender você é a mesma que barateia o seu anúncio.

05

Anúncio escrito dentro do CFM

Texto dentro do Manual de Publicidade Médica: sem promessa de resultado, sem antes-e-depois, sem sensacionalismo. É o que mantém a campanha no ar enquanto a do concorrente é reprovada.

06

Constância e medição em rotina

Publicação e leitura de números todo mês, com relatório na sua mão. O que traz consulta, escala; o que não mexe na agenda, sai.

Médicos, clínicas e hospitais de Brasília que construíram presença com a gente

Nomes reais, com o endereço do trabalho quando ele está no ar. É a régua que usamos pra falar de qualquer praça: se não houver caso pra mostrar, não há página.

Urologia e andrologia

Cirurgia vascular e angiologia

Oftalmologia

Cirurgia plástica

  • Hospital Daher
  • Dra. Marcela Cammarota

Ginecologia

Reprodução humana

Cardiologia

  • CBCOR
  • MaxiCor

Cirurgia oncológica

Neurologia e dor

  • Dra. Verônica Beloni

Otorrinolaringologia

  • Clínica Inspire

Pediatria e vacinação

  • Imunocentro
RizzoOS BETA

Todo cliente da agência acompanha o próprio marketing dentro do RizzoOS: o planejamento do ano, as peças esperando aprovação pelo WhatsApp e o relatório do mês — busca, mapa e anúncio no mesmo lugar. Em Brasília isso quer dizer enxergar de qual região do DF e de qual cidade do entorno vieram as consultas, e qual unidade recebeu cada uma.

Quando NÃO é com a gente

Se a sua agenda em Brasília já vive lotada, com semanas de espera, gerar mais demanda só piora a experiência de quem já não consegue horário. Nesse cenário o investimento rende mais em estrutura, equipe e retenção do que em anúncio — e a gente te diz isso antes de você assinar.

E se a ideia é comprar a primeira posição orgânica em “urologista Brasília” com verba de anúncio, não é assim que funciona: anúncio compra clique, não compra posição na busca. São duas contas diferentes, e a gente separa as duas na primeira conversa para você não pagar por uma esperando a outra.

O que pensamos de cada mídia

Nenhuma mídia resolve sozinha, e a mistura muda de acordo com a especialidade e o momento da clínica. O que pensamos de cada uma está escrito: site e SEO, Google Ads, Meta Ads, redes sociais, vídeo e TV corporativa.

DESDE 2012 · +200 MÉDICOS E CLÍNICAS · GOOGLE PARTNER · VIVÊNCIA HOSPITALAR REAL (ONA/ISO) · ANÁPOLIS–GO · ATUAÇÃO NACIONAL

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Do outro lado tem gente, não robô. A gente entende seu momento primeiro — e, fazendo sentido, a proposta vem por escrito, transparente.

Raphael Rizzo
Raphael Rizzo
FUNDADOR · AGÊNCIA RIZZO